Em busca de uma dieta saudável você vai ao mercado. Escolhe os melhores legumes e frutas indicados pela nutricionista e fica satisfeita ao chegar em casa: alimentos fresquinhos e saudáveis para o organismo.

Só que depois de um tempo você começa a sentir sintomas como queda de cabelo, cansaço, língua esbranquiçada e até coceira vaginal. Sem entender o que está acontecendo, você vai ao médico e descobre que, apesar da boa alimentação, está sofrendo de uma condição chamada “síndrome fúngica”.

Nesse momento várias perguntas vêm à cabeça: “O que é isso”? “Como eu peguei”? “Tem cura”?

Nesse blog post vamos responder a todas essas perguntas e, com base nessas informações, você poderá evitar essa doença.

Mas o que é a síndrome fúngica?

Antes de responder a esta pergunta, é importante lembrar que o intestino é habitado por bactérias e fungos bons e ruins. Quando há um desequilíbrio, ou seja, quando as bactérias ruins (patogênicas) estão em maior número do que as boas (probióticas), elas podem acabar aumentando também a quantidade de fungos, causando a síndrome fúngica.

Parte desses micro-organismos “ruins” chamados de LPS ou lipopolissacarídeos, entram pelo corpo através do intestino ativando os sistemas de defesa e de inflamação.

E quais os principais sintomas?

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Aparecimento de doenças autoimunes como tireoidite de hashimoto, psoríase, artrite reumatoide, lúpus, fibromialgia, enxaqueca, micoses, infecção urinária, queda de cabelo, cansaço crônico e constante, necessidade exagerada por doce, corrimento vaginal (candidíase), ansiedade, língua esbranquiçada, hipoglicemia, distúrbios intestinais e excesso de gases.

E o que a alimentação tem a ver com isso?

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Tem tudo a ver! Isso porque determinados tipos de alimentos favorecem a proliferação de alguns desses micro-organismos. Açúcares e carboidratos refinados, por exemplo, podem favorecer o aparecimento da síndrome fúngica.

E mais: mesmo alimentos saudáveis como mamão, morango, frutas secas e castanhas podem estar contaminados por fungos. Outro bom exemplo disso são os pães, principalmente aqueles “de forma”. Se eles ficam muito tempo guardados formam um bolor com uma cor verde característica. E não adianta jogar fora a parte “embolorada” e comer o resto, pois os fungos podem ter se espalhado pelo pão, mesmo na parte que parece boa para o consumo.

Que outros hábitos podem desencadear a síndrome fúngica?

– Problemas de digestão;

– Consumo de alimentos com agrotóxicos;

– Estresse mental e físico;

– Falta de contato com a natureza;

– Desequilíbrios hormonais;

– Uso frequente de laxantes, antiácidos e corticoides

E como evitar essa síndrome?

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O primeiro passo é mudar a alimentação. Corte imediatamente bebidas e alimentos açucarados, processados com farinha branca, carboidratos e adoçantes.

Depois é preciso cuidar da flora intestinal ingerindo alimentos probióticos como kefir e iogurte e antifúngicos como óleo de coco prensado a frio, orégano, alecrim, semente de abóbora, açafrão e alho.

Você também pode complementar essa dieta com suplementos com ômega 3, Vitamina D3, Zinco, Vitamina A e Vitamina C. Eles poderão ajudar seu corpo a recuperar as defesas naturais e melhorar o sistema imunológico.

Saiba mais sobre como melhorar o sistema imunológico através da alimentação!  

Mas atenção! O “reflorestamento” da flora intestinal não acontece do dia para a noite! É um processo lento que necessita de persistência e de uma mudança real de hábitos alimentares. Em alguns casos pode levar meses ou até anos para acontecer.

O ideal é procurar uma nutricionista ou médico nutrólogo que poderá indicar os melhores alimentos na quantidade ideal que seu corpo precisa.

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Referências:
nutripririciardi.com
“Síndrome Fúngica – uma epidemia oculta”, Denise Carreiro  
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