Você já sabe que o ômega 3 traz vários benefícios à sua saúde, não é mesmo?

Mas será que você está precisando de uma dose mais elevada desse nutriente? Alguns quadros como pele muito seca, declínio das funções cerebrais, depressão e até risco de parto prematuro estão relacionadas à deficiência de ômega 3.  

Veja quais são as condições que têm uma ótima resposta com uma dose extra deste nutriente:

1 – Pele muito seca

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Por ser capaz de diminuir a inflamação celular em todas as camadas da pele, o ômega 3 reduz a vermelhidão, as rugas e a perda de tônus, reabastecendo os lipídios da pele, minimizando a perda de umidade e a acne, que são fatores que tornam a pele danificada e menos atraente;

2 – Melhora das funções cerebrais

O ômega 3 pode ajudar a proteger contra a doença de Alzheimer e demência, e tem um efeito positivo sobre a perda de memória associada ao envelhecimento gradual. Estudos comprovam que o ômega 3 auxilia também na concentração!

Os ácidos graxos também são necessários para o ótimo funcionamento dos neurônios, proteção das células, prevenção da morte das células e melhora da transmissão nervosa. Pesquisas apontam que o ômega 3 pode aumentar os níveis de serotonina e dopamina – produtos químicos do cérebro, diminuindo a depressão e a violência.

 

3 – Risco de parto prematuro


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Uma pesquisa relacionou a baixa ingestão de ômega 3 em mulheres grávidas com o parto prematuro, aumento do risco de pré-eclâmpsia, além de sinais de hiperatividade nas crianças.

Estudos feitos pelo Departamento de obstetrícia, ginecologia e biologia reprodutiva, da Harvard Medical School (EUA), demonstraram que os ácidos graxos ômega 3 são fundamentais para o desenvolvimento neurológico do feto e contribuem para que o bebê tenha um peso adequado ao nascer. Além disso, mulheres grávidas que consomem ômega 3 dão à luz a bebês com menor risco de alergias alimentares e eczemas.

4 – Depressão e ansiedade

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Um cérebro bem nutrido com ômega 3 é também um cérebro saudável, capaz de minimizar e até mesmo de evitar certos desequilíbrios químicos que favorecem o surgimento de transtornos da mente.

Se o cérebro está carente desse tipo de gordura essencial, pode sofrer danos e nos levar a um piora eventual de quadros de depressão e de ansiedade, males tão comuns nos dias atribulados de hoje.

Pesquisas já revelaram que a baixa ingestão de ácidos graxos ômega 3 benéficos, como o ácido eicosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA), está ligada ao humor deprimido, hostilidade e comportamento impulsivo.

5 – Prática de exercícios físicos

A alta concentração de ômega 3 do óleo de linhaça (prensado a frio), ativa o metabolismo e ajuda no emagrecimento. Isso porque o excesso de peso e a obesidade são consideradas inflamações crônicas do organismo. Dessa forma, combatendo o  processo inflamatório, a linhaça ajuda no emagrecimento!

6 –  Auxilia na prevenção do diabetes tipo 2

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A atividade física e a ingestão do óleo de linhaça (prensado a frio) podem ser ótimos para evitar essa doença. Combinados, eles otimizam a ação da insulina aumentando a absorção da glicose pelas células. Segundo a Academia de Ciências de Nova York, os ácidos graxos ômega-3, como os contidos no óleo de linhaça, podem melhorar a sensibilidade do corpo à insulina, o que ajuda a controlar os níveis de glicose no sangue.

Então, suplementar a dieta com óleo de linhaça, pode melhorar o metabolismo da glicose e diminuir a probabilidade de desenvolver o diabetes do tipo 2;


7 – Doenças inflamatórias

Os ômegas 3, é conhecido por ter um efeito positivo contra a inflamação, incluindo a doença Lúpus (autoimune), na saúde geral e nos mecanismos antienvelhecimento.

Os ômega 3 (ácidos graxos poli-insaturados) desempenham um papel importante na luta contra esta condição pois ajudam a controlar a liberação de moléculas responsáveis pelas respostas inflamatórias do corpo (algumas sendo prostaglandinas, leucotrienos e citocinas).

 

Mas atenção! Ao consumir ômegas 3 e 6 é preciso que haja um equilíbrio entre estes dois nutrientes.

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A gente explica: o ômega 3 e ômega 6 não exercem os mesmos efeitos no nosso corpo e, para que sua função seja realmente benéfica, eles precisam estar em uma proporção ideal dentro do nosso organismo.

O que acontece é que o ômega 6, apesar de ser um importante nutriente para o organismo, quando consumido em excesso, pode desequilibrar o ômega 3, e acabar minimizando seu efeito nas membranas celulares. Isso causa um aumento das inflamações no nosso corpo, já que o ômega 3 favorece a ação do sistema imunológico e têm um efeito anti-inflamatório.

O processo inflamatório até é necessário, pois ajuda nosso corpo a combater infecções e lesões, mas quando acontece em exagero, pode causar desequilíbrios graves e contribuir com doenças inflamatórias.

Este processo inflamatório em desequilíbrio pode se tornar um dos principais fatores que agravam doenças graves, como doenças cardíacas, síndrome metabólica, diabetes, artrite, Alzheimer, muitos tipos de câncer, etc.

Mas então, qual é a proporção ideal entre ômega 3 e 6?

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Atualmente, a maior parte da população consome muito mais o ômega 6 do que o ômega 3.

Como vimos, os ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 competem pelas mesmas enzimas durante as reações de dessaturação e alongamento da cadeia carbônica, isso acaba influenciando o produto final desses ácidos graxos; uma maior ingestão de ácidos graxos ômega 6 prejudica os processos metabólicos do ômega 3, reduzindo o seu papel biológico.

Pesquisas apontam que as dietas ocidentais têm, em média, uma razão ômega 6 x ômega 3 em torno de 10 a 20:1 e, em alguns lugares, essa desproporção pode ser ainda maior, chegando a 40:1.

Várias recomendações têm sido estabelecidas por autores e órgãos de saúde de diferentes países sobre o ratio ideal de ômega 6 e ômega 3. Alemanha e Suécia, por exemplo, estabeleceram a razão 5:1, enquanto no Japão, país oriental, essa recomendação é mais rigorosa, sendo de 2:1. A Food and Agriculture Organization (FAO) é menos exigente e estabelece uma recomendação de 5-10:1 e há autores que estabelecem uma razão ideal de 3:1.

As recomendações da razão ômega 3 x ômega 6, entretanto, causam controvérsias, pois existem diferentes ácidos graxos que representam as famílias ômega 3 e ômega 6. Assim, alguns autores sugerem que deve haver uma recomendação individual de consumo para cada um desses ácidos graxos, a qual deve ser feita por um nutricionista.

Nossa dica é que você faça uma alimentação equilibrada em gorduras benéficas de todos os tipos. Para consumir ômega 6, insira na sua dieta a ingestão de castanhas, nozes e óleos vegetais extra virgens extraídos a frio.

Uma das dicas preciosas para o consumo excelente do ômega 6 é usar o óleo de borragem extraído a frio, o qual possui o  ácido gama linolênico (GLA), que é o tipo de ômega 6 mais benéfico que existe.

Mas como consumir o Ômega 3?

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Se alimentando de peixes de águas frias e profundas, como anchova, salmão, atum, sardinha e arenque (selvagens). Você também pode fazer a suplementação com cápsulas de óleo de peixe, mas atenção – tenha a certeza de que o óleo de peixe seja livre de metais tóxicos, certo? E mais: ao escolher um suplemento, busque por uma empresa idônea, responsável e transparente e atente-se sempre ao rótulo!

O ideal é optar por produtos com alta concentração de EPA e DHA que possam suprir o mínimo da concentração diária recomendada para sua saúde. Estes ativos devem ser obtidos através de bons suplementos, pois somente eles poderão proporcionar benefícios para seu corpo.

Finalizando, desconfie de produtos com preços muito abaixo do mercado: geralmente eles contêm uma quantidade insuficiente de EPA e DHA, (abaixo do recomendado para suas necessidades) e podem não ser isentos de metais tóxicos. Isso compromete os resultados que um bom suplemento traria para sua saúde.

Se o ômega 3 for de origem vegetal, certifique-se que ele foi obtido pelo método prensado a frio.  Este é o único método de extração de óleos vegetais capaz de garantir a integridade funcional de um óleo 100% puro, que pode manter os benefícios das matérias primas.

Referências
– unesp.br/proex/informativo/edicao06mar2002/materias/omega3.htm
– emedix.com.br/not/not2006/06abr04car-asbmb-aie-omega3.php
.jbc.org/content/282/31/22254.short
– eventosunioeste.unioeste.br/images/cosimp/anais/pages/artigos/13622.pdf
– healthline.com
– draxe.com
– organicfacts.net
– stylecraze.com
– madeformums.com
– ncbi.nlm.nih.gov

A Vital Âtman não indica a automedicação e a interrupção de qualquer tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Para que as ações destes importantes nutrientes sejam bem aproveitadas, recomendamos uma dieta equilibrada, rica em Legumes, verduras e Frutas, evitando alimentos ultra processados, de acordo com as orientações do Novo Guia Alimentar.

Para começar a obter os efeitos desejados, recomendamos o consumo por um período mínimo de 3 meses.

 

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